17/04/14

.: TELEVISÃO .: Boato da vez: Michael C. Hall como Demolidor?

Pintou um dos primeiros boatos a respeito das séries da Marvel que estão sendo produzidas pelo Netflix para 2015 – e diz respeito justamente ao primeiro dos projetos a estrear, o seriado do Demolidor. De acordo com a página Marvel Cinematic Universe, ponto de encontro do Facebook especializado nas adaptações de heróis Marvel, o ator Michael C. Hall protagonista da finada série Dexter, estaria sendo fortemente considerado para viver o advogado cego Matt Murdock. A escolha também seria uma das favoritas do roteirista Drew Goddard, responsável ainda pela direção do episódio-piloto. Trate, obviamente, esta informação como boato. Mas digamos que é um boato MUITO interessante. Ele como Demolidor e o Terry Crews como Luke Cage? Óia! :D

14/04/14

.: MONDO NERD .: E tem uma nova série brasileira de zumbis na área!

O choque com outro planeta: uma profecia do Apocalipse que produziria a quase extinção da raça humana. Uma série de zumbis escrita por um autor brasileiro. E boa parte da história se passa no Brasil. Chega ao mercado editorial “O Vale dos Mortos”, primeiro livro da saga “As Crônicas dos Mortos”, de Rodrigo de Oliveira. A publicação será lançada nesta quinta-feira (20), pela Faro Editorial, e pode ser encontrada nas principais livrarias do País.

Um planeta é descoberto no sistema solar e está em rota de colisão com a Terra, causando pânico por toda a parte. Ele não atinge a Terra, mas sua aproximação desencadeia a transformação de pessoas em zumbis, criaturas ferozes e violentas, sedentas por carne e sangue. Com a proximidade do planeta, 2/3 de todas as pessoas caem como que num surto coletivo. E quando acordam, não resta vaga lembrança de que um dia foram humanos.

Assim surge um casal de líderes, Ivan e Estela, capazes de guiar um grupo de sobreviventes para enfrentar um mal que assolou toda a Terra, criando a mais bem armada e preparada comunidade de sobreviventes do mundo.

Vencendo vários desafios e ao custo de muitas vidas, Ivan, Estela e quase duas mil pessoas conseguem se estabelecer com um mínimo de segurança em um gigantesco condomínio, mas não será fácil e o grupo está conscientes dos imensos desafios que terão pela frente para se manterem vivos. Ou desejarem a morte mais que tudo.

13/04/14

.: TELEVISÃO .: Escolhido o ator que vai viver o Charada em "Gotham"


O piloto da série "Gotham" terá uma participação especial, especialíssima - e que, caso a série seja mesmo aprovada, pode se tornar recorrente. O ator novato Cory Michael Smith foi confirmado no papel Edward Nygma, que você bem sabe quem vai se tornar no futuro: o Charada. "Um brilhante mas socialmente inepto cientista da polícia que, além de excêntrico, tem um desejo desesperado por ser querido", é a descrição oficial. Seu papel, neste episódio-piloto, será bem pequeno, o suficiente para deixar os fãs com água na boca.

11/04/14

.: CINEMA .: Fox define quem será o novo Doutor Destino


Miles Teller (Reed Richards), Kate Mara (Sue Storm), Michael B. Jordan (Johnny Storm) e Jamie Bell (Ben Grimm) já têm o seu antagonista no novo filme do Quarteto Fantástico, dirigido por Josh Trank. Será o ator Toby Kebbell, que tem até uma carreira promissora em filmes de ficção, como "Príncipe da Pérsia", "Fúria de Titãs 2" e estará no próximo "O Planeta dos Macacos", também da Fox. Ele pode ser mais lembrado, no entanto, pelo papel do roqueiro drogado Johnny Quid em "Rock n Rolla", de Guy Ritchie. Não foram revelados mais detalhes sobre a trama, mas se imagina, pelo perfil e pela idade dos atores, que a inspiração será quase que inteiramente nos gibis da linha ultimate.

Minha opinião, como fanático pelo ditador egocêntrico e megalomaníaco da Latvéria? Não sei bem. Ainda estou digerindo. Me pergunte daqui algum tempo.

.: CINEMA .: Capitão América 2: O Soldado Invernal

Os filmes desta segunda fase da Marvel nos cinemas têm se caracterizado efetivamente por fecharem com mudanças nítidas de paradigma para os seus protagonistas, deixando pistas interessantes sobre como eles vão se apresentar em seu encontro como grupo em Os Vingadores 2: A Era de Ultron.


Ao final de Homem de Ferro 3, Tony Stark está sem o reator no meio do peito – mas fica um cheiro no ar de que ele talvez esteja infectado pelo vírus Extremis. Quando Thor: O Mundo Sombrio se encerra, o Deus do Trovão anuncia a sua mudança para a Terra, deixando Asgard para trás, nas mãos do irmão Loki secretamente disfarçado como o soberano Odin. No entanto, quando sobem os letreiros de Capitão América 2: O Soldado Invernal, fica uma missão futura para Steve Rogers (Chris Evans), além de algumas perguntas sem resposta, dando as pistas mais claras até o momento de que, sim, teremos um terceiro filme do herói. Mas, mais do que isso, esta nova aventura do Bandeiroso termina em uma espécie de encruzilhada para todo o universo Marvel nos cinemas e também na TV. Uma mudança de paradigma que vai sacudir tudo. Porque afeta um elemento em comum em todos eles. E isso é realmente bastante empolgante.

Capitão América 2 é um baita filme de super-herói. Mas está longe de ser só isso, de ficar restrito a um filme de gênero. É também um filme de ação inteligente e interessante, com doses fartas das produções de espionagem dos anos 70, devendo bastante a um sujeito de nome Jim Steranko. Tem boas sacadas, tem uma série de surpresas que te tiram o chão, tem mistério, tem traição, tem um quê de humor.

E tem as melhores cenas de ação do Capitão lutando com o escudo, numa coreografia poderosa que lembra claramente os seus movimentos nos gibis originais de Jack Kirby. É muito melhor do que o primeiro Capitão América. Aliás, é o melhor filme da fase 2 da Marvel até o momento, melhor do que Homem de Ferro 3, melhor do que Thor 2. Eu arriscaria dizer inclusive que, ao lado do primeiro Homem de Ferro, é o melhor filme da Marvel nas telonas até então, deixando Os Vingadores de lado – o que é, sejamos, honestos, um elogio e tanto. Mas vale a pena, especialmente ao ver que críticos de cinema tradicionais, geralmente avessos às produções da Marvel, também estão se rendendo às qualidades da película.

O subtítulo do filme, O Soldado Invernal, pode enganar quem conhece o genial arco escrito por Ed Brubaker das HQs. Embora inspirado na obra, o filme está longe de ser uma adaptação. Na verdade, o Soldado Invernal – um ótimo retrato do lado sombrio de um antigo parceiro de guerra do Capitão, um dos personagens mais interessantes da Marvel Comics nos últimos anos – é apenas uma espécie de coadjuvante de luxo, um supersoldado colocado para caçar e deter Steve Rogers. A trama não gira ao seu redor, embora dê um salto assim que ele passa a aparecer de fato e sua identidade se torna conhecida. Capitão América 2 começa com um segredo no coração da S.H.I.E.L.D., do tipo que nem Nick Fury (Samuel L.Jackson) poderia, com todas as suas maquinações, imaginar. Acusado de traição, Fury se torna um alvo, assim como seus aliados. E todos estão na mira de Alexander Pierce (Robert Redford, perfeito), um dos políticos responsáveis pelo nascimento da agência de segurança em seus primórdios e que tem que prestar contas a um comitê global. Fury será culpado? Ou inocente? A pergunta é bastante comum para leitores fiéis da Marvel, por sinal.


Dizer mais do que isso seria entregar uma tonelada de spoilers e acabar com a trama, que tem no segredo um dos seus principais atrativos – mas dá para dizer que será possível ver o retorno da HIDRA, de um jeito que estamos muito acostumados a ver nos quadrinhos. E também temos a volta, ainda que com ares de participação especial, do cientista Arnim Zola (Toby Jones), um dos inimigos mais tradicionais do Bandeiroso, só que num formato BEM diferente. Nada como o Mandarim, do Homem de Ferro, do tipo que vai enfurecer os fãs mais tradicionalistas. Mas, ainda assim, diferente. E incrível. Excelente pegada.

A Viúva Negra (Scarlett Johansson), parceira do Capitão América ao longo de toda a trama, é talvez um dos seus maiores trunfos. Ganhando maior espaço em cena e importância do que em Homem de Ferro 2 e mesmo do que em Os Vingadores, ela é o contraponto ideal para o representante da pureza e da inocência de uma América agora distante. Enquanto o Escoteiro de bom coração tenta se adaptar ao nosso mundo e uma realidade mais cinza do que o preto e branco ao qual está acostumado, a ex-agente dupla do governo russo sabe o que é preciso fazer para seguir em frente, nem que para isso precise cruzar fronteiras e quebrar as regras. Além do quê, reina um clima divertido de tensão sexual entre as duas partes, nunca realizado mas sempre sugerido enquanto eles caem na estrada em busca de respostas.

Além disso, o Capitão ganha um novo parceiro – Sam Wilson (Anthony Mackie), o Falcão, seu grande amigo nas páginas das revistas. Ele é, na verdade, uma mistura das duas versões. Em termos de visual – e também pelas asas mecânicas – o ex-veterano de guerra de um esquadrão especial da aeronáutica lembra bastante a versão ultimate. Mas a personalidade é toda da versão original, o cara gente fina, cheio de frases de efeito e com um coração enorme que faz com que ele seja confiável até debaixo d’água. Neste sentido, Sam se torna a âncora de Steve com a sua antiga realidade, o mundo dos soldados que tinham orgulho de servir à sua pátria, o mundo das pessoas boas e que vão ajudar quem precisa sem pedir nada em troca. A dupla, aliás, encerra o filme reunida e forte o suficiente para acreditar que, se o Falcão não estará em Os Vingadores 2, com absoluta certeza dará as caras em Capitão América 3.

Outra que deve ter presença garantida num terceiro filme é Sharon Carter, a Agente 13. Outrora uma vizinha insuspeita do alter-ego do Capitão, ela logo se revela uma integrante da S.H.I.E.L.D. Mas se você esperava ver mais de Emily VanCamp, a bela intérprete da série Revenge, vai cair do cavalo. Nada de romance entre ela e o protagonista – aliás, em nenhum momento sequer se menciona que ela é neta de Peggy Carter, o antigo amor de Steve na Segunda Guerra Mundial. Fica, digamos, uma trilha interessante a ser seguida numa jornada futura. Assim como a aparição de Brock Rumlow (Frank Grillo), que em momento algum se manifesta sob a forma do Ossos Cruzados. Ele é apenas um brutamontes que age ao lado do grande vilão (que não é, leia-se, quem você imagina). Mas uma pequena cena nos minutos finais, que pode até passar despercebida se você não estiver ligado, dá a entender que ele deve dar as caras logo mais, em sua forma mascarada e mais brutal.

Além da já tradicional aparição de Stan Lee, simpática mas sem grandes arroubos de originalidade, Capitão América 2: O Soldado Invernal conta, obviamente, com as cenas depois dos créditos – portanto, nem precisamos dizer para você permanecer sentadinho até o final das letrinhas miúdas. Na verdade, a cena depois dos créditos totais nem é tão legal assim. Mas aquela que surge assim que passam os créditos animados é essencial. Porque tem link direto com Os Vingadores 2. Estão lá três novos personagens: dois heróis e um vilão, sendo que este último está intimamente ligado a tudo que rola ao longo de Capitão América 2. A pergunta que fica é: o que diabos ele tem a ver com o que vai rolar no filme do supergrupo da Marvel? Que relação ele tem com o psicótico robô Ultron (não, não é ele que aparece, a gente já adianta para você não ficar com o sensor de expectativas lá no teto)? Saberemos no futuro.

Capitão América 2: O Soldado Invernal deixa uma resposta muito clara para quem tinha incertezas a respeito do futuro do herói das estrelas e das listras em um mundo cada vez menos simpático aos EUA. Afinal, como fazer um sujeito vestindo a bandeira da terra de Obama ganhar o carinho do público? No primeiro filme, situado no passado, tudo tinha aquele clima de guerra, de filme histórico. Mas e agora, no presente? Ele não soaria datado, deslocado? Sim, exatamente. E o principal acerto desta continuação é justamente explorar isso, a crítica ao excesso de segurança, aos tempos estranhos e sombrios que vivemos, sob os olhos de um sujeito deslocado no tempo, reflexo de uma era bem mais inocente. Surpreenda-se, caro leitor: Capitão América 2: O Soldado Invernal também é um pouquinho filme político, tem lá a sua mensagem crítica. Mas tudo embalado por um lote generoso de explosões, perseguições e arremessos de escudos estrelados. Já é bastante coisa para o que deveria ser só um filme de super-heróis, né? :)

PS.: Fique de olhos bem abertos para a adaptação brasileira do livreto de anotações de Steve Rogers, logo no começo do filme. Cada país no mundo teve a sua. E também fique atento a um certo nome mencionado ao lado do nome de Tony Stark. Surpreenda-se com a gente. Porque é praticamente a confirmação oficial de que teremos um certo filme nas próximas fases da Marvel…

10/04/14

.: QUADRINHOS .: Revista Vertigo deixa de circular a partir de abril


A PANINI comunica que a partir de abril, a revista mensal Vertigo deixa de circular. No entanto, o conteúdo do selo Vertigo como um todo continua sendo publicado pela PANINI normalmente, o que inclui HQs em diversos formatos, como encadernados, edições de luxo em capa dura, especiais, entre outros, dando continuidade ao que tem sido feito nos últimos anos.

Em abril, chega às bancas a revista Vertigo 51, trazendo a conclusão de Escalpo. Ao longo de mais de quatro anos, 51 números da revista compreenderam a publicação de 252 edições originais Vertigo distribuídas em 11 títulos, reunidos em mais de 6732 páginas. Todas as histórias apresentadas foram publicadas de forma contínua e regular, sendo concluídas nas páginas da própria publicação. Com exceção de Vikings, que teve alguns encadernados publicados pela Panini mas ainda não foi concluída, e Hellblazer, que acumula 300 edições publicadas nos EUA.

“A revista mensal foi extremamente importante para apresentar e consolidar a chegada da Vertigo na Panini. Uma publicação mensal estrelada por um dos principais personagens da história do selo (Hellblazer) e que trouxe o que havia de melhor das novas séries e minisséries nos EUA para toda uma geração de leitores: Escalpo, Vampiro Americano, O Homem do Espaço, Punk Rock Jesus, etc. Ela certamente deixará saudades”, declara Fabiano Denardin, editor Vertigo.

A edição 51 da revista Vertigo traz um pôster e apêndice final, com um catálogo preciso que reúne todas as capas e edições originais do título mensal, informando quais foram os arcos publicados na revista, para servir como referência para o colecionador. “Acreditamos que é uma forma de agradecimento ao leitor e dá um sentido de conclusão à coleção”, comenta Denardin.

.: VÍDEO DA SEMANA .: Saiu o divertido clipe de "Love Tyger", a nova música do Edguy

06/04/14

.: TELEVISÃO .: Steven Universo, o novo herói do Cartoon Network


O Universo corre perigo! Ainda bem que o herói mais animado, otimista, entusiasmado e atrapalhado de todos chega este mês ao Cartoon Network. Conheça STEVEN UNIVERSO, considerado como um irmão caçula das Crystal Gems – Garnet, Ametista e Pérola – as guardiãs mágicas da humanidade. Divirta-se com as aventuras de Steven, um garoto comum que descobre os incríveis poderes herdados de sua mãe, guardados em uma pedra preciosa no umbigo, e tenta usá-los para salvar o mundo. STEVEN UNIVERSO estreia na segunda-feira, 7 de abril, às 20h.

05/04/14

.: TELEVISÃO .: Warner Channel estreia a série "Surviving Jack"

Educar jamais foi uma tarefa fácil. Imagina, então, para um homem, repentinamente encarregado dessa função em período integral, com filhos adolescentes e em plena década de 90, quando sequer havia a internet como auxílio? Esse pai será o centro das atenções em SURVIVING JACK, a nova atração de comédia da Warner Channel. Baseada em I Suck at Girls, obra autobiográfica de Justin Halpern, o mesmo do best-seller Sh*t My Dad Says, a série chega ao canal na segunda-feira, dia 7 de abril, às 20h.

O personagem principal é Jack Dunlevy, vivido por Christopher Meloni (indicado ao Emmy® por Law & Order: SVU). Oncologista militar do tipo objetivo, sem papas na língua e que sempre acompanhou a educação dos filhos à distância, ele se vê obrigado a assumir a rédea da família quando sua mulher, Joanne (Rachel Harris – Suits, Newgirl e The Hangover), resolve se dedicar à faculdade de Direito.

Na nova posição, Jack terá que por em prática seu estilo único, baseado em métodos pouquíssimo gentis, para domar o filho, Frankie (Connor Buckley) que, como a maioria dos jovens, tenta se manter longe do radar dos pais. Com a filha, Rachel (Claudia Lee – Kick-Ass 2 e Hart of Dixie), de 17 anos, a situação é até mais desafiadora, já que a mente de uma garota é algo além de sua compreensão. Se Jack conseguirá manter a dupla na linha e longe de problemas sem a ajuda de Joanne, só o tempo dirá.

Criada por Halpern e Patrick Schumacker, SURVIVING JACK é co-produzida por Bill Lawrence (Spin City, Scrubs e Cougar Town).

Estreia de SURVIVING JACK – segunda-feira, dia 7 de abril, às 20h.

04/04/14

.: TELEVISÃO .: Novidades sobre "Agents of SHIELD"? Tem aos montes! :)


Depois de Graviton e do Nevasca, outro vilão de segundo escalão da Marvel Comics vai dar as caras na série Agents of SHIELD. Trata-se do Blecaute, conforme informação da própria Marvel. Ele aparecerá a partir do 18º episódio desta primeira temporada, batizado de Providence, com possibilidade de ter mais performances ao longo destes episódios finais. O ator Patrick Brennan, de A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2, vai interpretar Marcus Daniels, o alter-ego do Blecaute. A primeira foto original do sujeito tá logo acima. Um adendo importante: a Marvel tem DOIS vilões com o mesmo nome. Portanto, não vamos confundir este Blecaute com o Blecaute que é inimigo do Motoqueiro Fantasma e que, inclusive, apareceu no segundo filme do caveirinha. Este Blecaute consegue controlar, nos quadrinhos, a energia vinda da dimensão negra, aquela mesma dimensão que o Manto usa para fins de teleporte. Mas na série, seus poderes serão ligeiramente diferentes e ele poderá manipular a energia de qualquer coisa ao seu redor.


Uma das gratas surpresas da série Angel foi a atriz Amy Acker. No papel de Fred, ela foi ótima – sendo ainda melhor depois, quando passou a interpretar a Illyria. Após o término da série, Amy deu vida para a personagem Kelly Peyton em Alias, mas, sabe, nunca estourou como o seu talento merecia, apesar do relativo sucesso. Bom, ela está ganhando uma nova chance, mais uma vez pelas mãos de Joss Whedon (criador de Angel e de Buffy): a atriz foi escalada como a “violoncelista” do Agente Coulson em Agents of SHIELD. Se você lembrar bem, a tal da violoncelista foi citada em Os Vingadores como estando num ~relacionamento sério com o Coulson, mas nunca foi vista. De acordo com o TV Guide, que publicou sobre a escalação com exclusividade, o nome da personagem será Audrey e ela ainda acha que o amado morreu durante a invasão de Nova York. A primeira aparição dela está marcada para o episódio de 22 de abril.


No episódio T.A.H.I.T.I. da série da Marvel Agents of SHIELD, os fãs foram apresentados ao corpo de uma estranha criatura azulada, encontrada pelo Agente Coulson em meio à sua investigação sobre sua própria ressurreição para tentar salvar a hacker Skye de um destino fatal. O soro feito a partir desta criatura foi injetado na menina e ela acabou se curando de seus ferimentos à bala. A pergunta que Coulson (e os fãs, claro) ficaram se fazendo foi: que diabos era aquele ser? Um alienígena? Bom, é. :D Esta foi justamente a aposta de Coulson – que, no episódio posterior, ao cruzar com a asgardiana Lady Sif, perguntou sobre contatos que seu povo porventura tivesse tido com ETs azuis. Entre as raças mencionadas por ela, um nome veio à tona, causando curiosidade justamente por não ter, até o momento, sido mencionado em nenhuma produção Marvel da TV ou mesmo do cinema: os krees, a raça militarizada da qual faz parte o Capitão Marvel e que vive numa batalha constante com os transmorfos skrulls.

Conversando com a imprensa durante a edição 2014 do evento de fãs de TV PaleyFest, a atriz Chloe Bennett, que interpreta Skye, confirmou: o alienígena azul é mesmo um kree. “Eu sei que o alienígena era um kree – e sei que o soro com o qual fui injetada é feito de seu corpo, e me curou”, contou ela. “Em humanos comuns, como Coulson, quase causou a sua morte. Mas em mim, por alguma razão, nada aconteceu”.

Bom...ou todos nós entendemos errado, ou a Chloe levou um belo puxão de orelha. O que importante é que ela resolveu desmentir a própria declaração, via Twitter. Será que ela tá falando a verdade agora? Ou fez isso antes? Hm. Vai saber. De qualquer forma, a personagem ainda pode ser uma kree, o que não invalida a nossa teoria. Ao longo da série, descobriu-se que Skye é uma orfã, anteriormente identificada como uma missão 084 – no caso, o código da SHIELD para um objeto de origem desconhecida. Ainda um bebê, ela foi defendida por um casal de agentes da organização que a encontraram, mas resolveram escondê-la de seus pares, que passaram a persegui-los como uma questão de vida ou morte. Por mais que não soubessem de outros detalhes a respeito de suas raízes, eles a mantiveram oculta em um orfanato. Os dados são mantidos sob sigilo pela SHIELD.

Obviamente, a especulação já dá conta de que os verdadeiros pais de Skye possam ser krees em missão na Terra. Isso significaria algo que pode ser usado em Guardiões da Galáxia? Ou mesmo em Os Vingadores 2? Por mais que os skrulls não possam ser mencionados, já que são parte da mitologia do Quarteto Fantástico e portanto têm seus direitos cinematográficos ligados a Fox, ainda assim seria uma chance de ampliar ainda mais a mitologia. Até porque, na real, dá pra substituí-los pelos chitauri, que já apareceram em Os Vingadores.

Talvez Skye descubra que ser verdadeiro nome é… não sei… Carol Danvers? ;D

02/04/14

.: QUADRINHOS .: O jovem Ciclope vai encontrar com o papai em gibi próprio


O jovem Scott Summers veio do passado para ajudar a confrontar a sua versão do presente, um homem amargurado e que, no papel de um rebelde líder mutante, tornou-se algo muito distante do que imaginara ser. Acabou entendendo, afinal, o que aconteceu. Mas, no primeiro número da nova série "Cyclops", que a Marvel lança em maio, o menino vai encontrar ninguém menos do que seu pai verdadeiro, o pirata espacial conhecido como Corsário, que até então era dado como morto.

A ideia de juntar estas duas peças da família Summers vem da mente do premiado roteirista Greg Rucka, com o traço de Russel Dauterman. "Corsário e Ciclope estão ambos em um empolgante novo mundo - um homem de volta do além e um adolescente longe de seu tempo. Eles precisam um do outro agora e o universo precisa deles mais do que nunca", diz o editor Tom Brennan.

01/04/14

.: CINEMA .: Nós vimos 30 minutos de "O Espetacular Homem-Aranha 2"

* Escrita a quatro mãos com o bróder Renan Martins Frade, do Judão (www.judao.com.br)

Na noite desta segunda-feira (31), o JUDÃO teve a oportunidade de conferir 30 minutos de cenas do filme O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (e não, isso NÃO é um texto de 1º de abril, antes que alguém pergunte). Foram três sequências inteiras, representando três momentos diferentes do filme, com direito até à introdução do diretor Marc Webb explicando a bagaça toda.


Ok, obviamente que não dá para julgar, antecipadamente, o filme inteiro por conta desta meia-hora. Mas já dá para sentir qual é o espírito da trama e como será conduzida. E já dá para dizer que os apressadinhos podem se acalmar, principalmente os críticos da primeira parte. Tudo indica que vem por aí um filme divertido, cheio de ação e bastante fiel ao coração do personagens nas HQs. Vamos por partes, então.

A projeção começou com a abertura do filme – primeiro, um flashback, sob o ponto de vista de Richard Parker, que dá mais pistas sobre o projeto no qual estava trabalhando antes de começar a ser perseguido e ser obrigado a fugir com a esposa, Mary, deixando o filho Peter sob os cuidados do irmão Ben e da cunhada May. O resto você já sabe — o avião cai (e isso não é um spoiler, já que é citado no primeiro filme). Sim, fica claro que vamos entender melhor a respeito de seu projeto misterioso na Oscorp (que, a gente supõe, deve ter algo a ver com os tentáculos, asas e demais armamentos que a gente viu nos trailers, Sexteto Sinistro feelings).

Isso deve, inspiradíssimo no conceito criado na linha Ultimate, fazer toda a origem genética dos poderes de Peter girar ao redor de um plano maior de Norman, que vai infectar seu filho Harry – sendo que ambos vão dar as caras, também. Espero, no entanto, que o filme seja mais ponderado no principal erro da produção anterior, que foi tirar o foco do relacionamento de Peter com seus tios, que são a base fundamental de sua formação de caráter.

Depois dessa cena de abertura, com Richard e Mary, o filme pula para o ~presente. Vamos para mais uma manhã típica em Manhattan, na qual o Homem-Aranha se balança pela cidade e, ao ouvir a frequência da policia, descobre que um bando de malucos roubou um caminhão com um carregamento potencialmente perigoso de plutônio. No volante, um alucinado Aleksei Sytsevich (Paul Giamatti), ainda antes de se tornar o Rhino. Nesta cena, que traz ainda a participação especial do Max Dillon de Jamie Foxx, um nerd inseguro antes de tornar-se o Electro, o mais legal é ver que os efeitos especiais evoluíram de tal maneira que já é possível ver a movimentação do Cabeça-de-Teia pelos prédios rigorosamente da mesma forma que nos quadrinhos, se jogando e se contorcendo todo como nos melhores momentos de Todd McFarlane.

Praticamente um sonho de infância tornado realidade.

E mais: a cena inteira é muito, mas muito engraçada, com o herói despejando toneladas de piadas infames, exatamente como ele faz nas HQs e rigorosamente como fez muita, mas muita falta, na trilogia anterior de vibração mais melancólica dirigida por Sam Raimi. Até porque, vamos combinar, uma das grandes sacadas do Homem-Aranha sempre foi essa jogada entre a alma atormentada pelas responsabilidades do homem, com a diversão do garoto fantasiado. Sem falar que temos o herói num momento in love com a população nova-iorquina e que, cá entre nós, sabemos que não deve durar muito.

E esse foi o final da primeira cena – que, na prática, são duas.

Como explicou o diretor Marc Webb no vídeo introdutório, há um salto temporal na segunda cena. Se no começo do filme Peter e Gwen estão juntos, nessa aqui eles estão separados há um ano. A loira chama o amado pra sair, mas apenas para ~reatar a amizade. Uma espécie de DR começa, sobre o que pode e o que não pode nessa “amizade”, mas de uma forma divertida. A química entre os dois atores é incrível (MUITO mais crível do que a dobradinha Tobey Maguire + Kirsten Dunst) e lembra MUITO o relacionamento de Peter e Gwen nos gibis, principalmente da época que Stan Lee e John Romita assinavam as histórias. Isso sem contar o fato de que Emma Stone é uma mulher incrivelmente linda e graciosa, que consegue ser fofa até coçando o nariz.

Só que ao mesmo tempo que empolga pelo clima, a cena traz a primeira dor no coração quando Gwen diz que está concorrendo a uma vaga de intercâmbio e deve viajar para a Inglaterra. Porque você, querido leitor fiel dos gibis do Aranha, sabe o que acontece com a personagem quando ela volta da Inglaterra, não é mesmo? Enfim. Assunto pra depois.

O papo entre os dois é interrompido pela primeira aparição do Electro, já que Max Dillon acaba de ganhar seus novos (e eletrizantes – desculpem, não resistimos) superpoderes, em plena Times Square. Ainda desnorteado, ele é atraído pela imensa quantidade de eletricidade vibrando no ar e chama a atenção de Peter, com uma manifestação sutil de seu sentido de aranha, outro elemento que quase não foi explorado nos filmes de Raimi e que aqui surge como um ótimo elemento. E quando ele deixa Gwen sozinha, fica claro que o Homem-Aranha vai mesmo se tornar um obstáculo entre eles. Clássico dos relacionamentos de Peter Benjamin Parker.

Ah, este velho azar do Parker…

O papo entre o Teioso e o Electro, não tenha dúvida, descamba pra pancadaria, ainda mais depois que o aspirante a vilão percebe que a população está torcendo e apoiando o herói e tratando-o como um monstro azulado. Em busca de ajuda, Max se sente ameaçado, se descontrola e causa uma considerável e impressionante destruição por ali, ameaçando os transeuntes e fazendo o aracnídeo suar a camisa (com um disparador de teias a menos, detalhe) para impedir que um bando seja eletrocutado – em uma interessante cena em câmera lenta, que mostra mais uma vez um uso diferenciado para o sentido de aranha – ou que um letreiro esmague um pobre sujeito desavisado.

Aliás, o Escalador de Paredes salva gente pra caramba nesta meia-hora, diferente de um certo kryptoniano que devastou meia-cidade para pegar o vilão. Mas não vamos perder o foco aqui.

O confronto se encerra com mais uma das gracinhas do escalador de paredes, derrubando o Electro usando um dos planos mais utilizados por ele nos gibis e deixando o vilão, mesmo capturado e aparentemente indefeso, num nível de ódio contra o mascarado, algo que vai permear o resto da história.

Se o final da cena traz a justificativa para Max odiar o Aranha, também traz uma boa razão para ver esse filme em 3D, quando finalmente estrear nos cinemas. O uso da tecnologia alcançou um outro nível, estando bastante presente nas três cenas que vimos. Porém, é na luta em Times Square que ela ganha (literalmente) uma outra dimensão. É como se você fosse realmente jogado ali no meio da confusão, com coisas caindo pra todos os lados.

Hora então da terceira cena. Vemos Harry Osborn (Dane DeHaan, mandando MUITO bem) invadindo o Instituto Ravencroft para tentar libertar o Electro. Harry está ferido – não sabemos o motivo – e pede a ajuda de Max para tentar adentrar a Oscorp. “Mas você é o dono do lugar, pode entrar e sair quando quiser”, argumenta Electro, mantido sob contenção em um aparelho que parece reprimir seus poderes. “Não é mais assim”, retruca o outrora melhor amigo de Peter. O filho de Norman promete que Max terá a cabeça do Aranha, exatamente como deseja. E que, assim como o Electro se sentiu traído pelo Homem-Aranha, dá a entender que Harry também se sente traído por Peter Parker.

O que Harry quer na Oscorp a gente não sabe muito bem (provavelmente o traje de Duende Verde, mas isso não é dito), mas ele só consegue convencer o Electro a ajudá-lo quando o vilão elétrico sente que o cara ali realmente precisa de sua ajuda. Cria-se um vínculo de empatia entre os dois e o Electro não apenas se liberta, como dá cabo de todos os seguranças e ainda usa um recurso que o personagem, nas HQs, só percebeu que conseguiria depois de um papo com Magneto, que lhe fez começar a entender que tinha um poder acima da média e que estava sendo mal-utilizado: a transformação em eletricidade pura e o transporte por meio de cabos elétricos. Quando ele se reintegra, cria-se um clima épico e majestoso que lembra imediatamente o Doutor Manhattan, de Watchmen. Ou seja: ele ainda não sabe direito o que faz. Mas que o Electro é bem mais poderoso do que ele mesmo imagina, isso é.

No final, ainda tem um clipe com cenas já vistas nos trailers, incluindo o Duende Verde em ação.

A grande mensagem que estes 30 minutos deixam é que, embora tenhamos três vilões no filme, está claro que eles terão pesos diferentes e serão usados em momentos distintos da história. Muito provavelmente não teremos o Cavaleiro das Teias encarando o trio todo ao mesmo tempo. A trama parece bem amarrada, bem costurada, e tem todo o jeito de que vai ser conduzida com calma, com tranquilidade, sem correria.

Tomara que estas impressões se reflitam, de fato, no filme como produto final. Mas já podemos dizer sem medo: tem cheiro de coisa boa a caminho.

O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro estreia em 1º de maio.

.: TELEVISÃO .: Power Rangers e Digimon no Cartoon Network


A Saban Brands, empresa de gestão estratégica de marcas e propriedades, e o Cartoon Network América Latina, anunciam hoje, o licenciamento das franquias Powers Rangers Megaforce, Power Rangers Super Megaforce e Digimon Fusion para divulgação ainda em 2014 para o Brasil e demais países latino-americanos. O Cartoon Network América Latina ficará responsável pela distribuição de c onteúdo e de licenciamento para as duas franquias: Power Rangers e Digimon Fusion.

"Power Rangers e Digimon são franquias globais populares, alinhadas ao perfil do Cartoon Network", afirma Kirk Bloomgarden, vice-presidente sênior da Divisão Global de Produtos de Consumo da Saban Brands. "Estamos contentes com esta nova parceria que vai entregar aos fãs da América Latina as últimas temporadas e produtos destas marcas icônicas", completa o executivo.

"Estamos felizes em ser a 'casa' dos Power Rangers e Digimon e de trabalhar com a Saban Brands para apoiar a estratégia de distribuição de conteúdo e de licenciamento de produtos na América Latina", comentou Lisa Weger, vice-presidente de Licenciamento e Marketing da Turner América Latina. "Procuramos constantemente agregar propriedades ao nosso portfolio que estejam alinhadas à nossa marca, e que certamente irão agradar ao nosso público", acrescentou.

"Ao longo dos anos, essas duas franquias revelaram um histórico único de temporadas cheias de ação, com grande repercussão junto aos fãs. Com o sucesso comprovado de Power Rangers e Digimon, estamos certos de que as crianças da América Latina vão se divertir assistindo essas séries no Cartoon Network", diz Fernando Szew, CEO da MarVista Entretenimento, distribuidor internacional exclusivo das séries, que negociou o acordo em parceria com a Saban Brands.