22/06/2007

.: CINEMA .: Samuel L.Jackson como Nick Fury!

Parem as máquinas (a minha frase favorita, logo depois de “siga aquele carro” e “hora do almoço!”)! Eis uma das notícias mais bacanas do ano envolvendo os filmes de quadrinhos – de acordo com o pessoal do site Aint It Cool News, o ator Samuel L.Jackson teria dado as caras no set de filmagens da adaptação cinematográfica do Homem de Ferro para gravar uma participação especial como o superagente secreto Nick Fury, diretor da agência S.H.I.E.L.D.

Para quem é veterano dos gibis da Marvel Comics, a escolha pode parecer estranha – por motivos óbvios, capilares e até étnicos. Mas quem tem acompanhado a releitura do personagem em sua versão ultimate (publicada no Brasil em “Marvel Millenium: Homem-Aranha” dentro do título “Os Supremos”) sabe que este novo Fury foi criado à imagem e semelhança de Jackson, conforme você percebe na imagem ao lado.


Junte-se a isso o fato de que o ator é um verdadeiro aficionado pelo mundo dos gibis e que a Marvel tem em seus planos um novo filme solo do herói (esquecendo completamente aquela tosqueira estrelada pelo David “Baywatch” Hasselhoff) e ainda um longa dos Vingadores então...será que rola o cara assumir o tapa-olho e o charutão de uma vez por todas? A gente agradece!

Mais manchetes do mundinho pop:

- A Hasbro vai lançar, durante a próxima Comic-Con International de San Diego, uma nova action figure da série “Marvel Legends” – reproduzindo a imagem de ninguém menos do que Stan Lee, lendário criador de personagens como o “Homem-Aranha”, “X-Men”, “Hulk”, “Quarteto Fantástico” e demais sucessos da Marvel Comics.

- Morgan Freeman vai interpretar o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela nos cinemas em “The Human Factor”, um drama independente baseado no livro "The Human Factor: Nelson Mandela and the Game That Changed the World.”, de John Carlin. O próprio Freeman e sua parceira de produção, Lori McCreary, viajaram para a África do Sul no ano passado para discutir detalhes da trama pessoalmente com Mandela – e a história se passará após o fim do apartheid, no primeiro mandato de Mandela como presidente, quando ele utilizou o fato de que país seria sede da Copa do Mundo de Rugby para ajudar a acabar com décadas de desentendimento e ódio entre brancos e negros.

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