15/06/2007

.: QUADRINHOS .: Conheça o terceiro irmão Summers!

Os leitores regulares de quadrinhos de super-heróis da Marvel Comics devem lembrar daquele boato do final dos anos 90, que dizia que o Gambit era o terceiro irmão da família Summers, o caçula da trupe mutante formada por Scott Summers (o Ciclope, líder dos X-Men) e Alex Summers (Destrutor) e, obviamente, filho do pirata espacial (e garanhão nas horas vagas) Corsário. Tudo devidamente negado – mas não é que, afinal, a família Summers tem mesmo um terceiro irmão?


Gabriel Summers surgiu recentemente nas páginas dos x-títulos, e sua história rocambolesca remete ao império Shi’ar e, mais tarde, ao grupo de heróis mutunas formado por Charles Xavier para resgatar os x-heróis originais da ilha viva de Krakoa – e que marcaria a estréia de Wolverine, Noturno, Tempestade, Colossus e toda a segunda geração de personagens do gibi. Mas não cabe entrar nos detalhes ou vou deixar você tonto.

O fato é que, assim como Ciclope e Destrutor, Gabriel – que atende pelo codinome de Vulcan – também tem lá seus poderes de manipulação de energia, podendo criar luz, calor, eletricidade ou ainda dissipar energias já existentes. Mas tem mais: o cara pode bagunçar as energias mutantes de alguém, pode sobreviver no vácuo do espaço, pode voar, tem intensas habilidades telepáticas e telecinéticas (definido pelo Professor Xavier como um mutante nível ômega, o que já é uma tremenda forçada de barra), e ainda absorveu as capacidades de antigos (e falecidos) companheiros de equipe, juntando ao cardápio superadaptação, terracinese (é, isso mesmo) e manipulação do tempo. Caraca! Vai ser exagerado assim lá na Liga da Justiça!

Para o azar de Alex e Scott, ainda temos dois poréns nesta parada toda: 1) Vulcan é um vilão. Mal, mal, mal feito pica-pau; 2) diferentemente do que acontece entre eles, já que os poderes de um não afetam o outro, nosso nada simpático Vulcan pode sim ferir os irmãozinhos, sabe-se lá por que diabos (talvez os roteiristas se preocupem em explicar isso um dia).

Para resumir: Ed Brubaker, eu adoro o que você faz com o Capitão América. Mas é melhor para por aí.

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