01/10/2007

.: TV .: Comentários Televisivos

- Pode parecer estranho, mas preciso falar da novela das 20h por aqui. PRECISO! Não que eu seja um expert no assunto, até porque assisti a poucos episódios da dita cuja “Paraíso Tropical” – mas conhecia o suficiente dos personagens e trama para dizer que o Gilberto Braga foi um verdadeiro bunda-mole ao encerrar a pérola da Vênus Platinada. Catso. Ele conseguiu fazer com que o vilão da história e uma prostituta fossem os personagens mais amados do Brasil, muito mais do que o casalzinho de protagonistas sem sal e nem pimenta. Chega o episódio final e ele resolve que vai fazer a conclusão mais óbvia e feijão com arroz de todas. E isso porque o mano gravou SETE FINAIS diferentes. E ficou com o mais bunda? Pelamordedeus. O Wagner Moura era o assassino? O país de “Quem Matou Odete Roitman?” merecia uma solução mais elaborada. “O importante não era quem matou, mas sim o motivo”, tentou justificar o autor. Desculpinha furada, hein?

- Estamos, eu e esposa, no meio da maratona de episódios da sexta temporada de “CSI” (o original, que não solta as tiras). E preciso dizer duas coisas: 1) alguém precisa arrumar uma outra parceira para o Grissom. Ele é legal demais para namorar aquela mala da Sara; e 2) putz, alguém, pelamordedeus, diga ao Nick que aquele bigodão Mercury-style e o cabelinho emo estão detonando com o respeito que eu tinha por ele. Não é que está feio. É que está simplesmente TENEBROSO.

- Os vilões são mesmo muito mais massa do que os heróis. Assistimos novamente ao filme “Constantine”, aquele no qual a canastrice do Keanu Reeves só ajuda a tornar seu personagem ainda mais divertido, e não existe momento mais sublime do que aquela estupenda aparição do Peter Stormare na pele de Lúcifer (também conhecido como o diabo, o belzebu, o chifrudo, o tinhoso, o cramulhão, o pé preto, o coisa ruim...). Merecia um filme só dele!

- E de um filme divertido para um filme vergonhoso, assisti a um pedacinho inicial de “As Panteras: Detonando”, aquela coisa que merecia ter todas as suas cópias enterradas sob um local no qual se fazem testes atômicos. A Drew Barrymore é uma das minhas atrizes favoritas, uma gracinha – e usando uma camiseta do Judas Priest, ela ainda sobe pontos e mais pontos no meu conceito. Mas aquela cena da corrida de motocicletas alcançou um patamar de absoluta ruindade na história de Hollywood. E isso vindo de um cara que adora filmes de ação forçados até o limite como “Adrenalina” e “Mandando Bala” (Shoot ‘Em Up). Quando um sujeito usa um orçamento milionário para fazer uma cena que me causa vergonha terceirizada, é sinal de que algo vai MUITO mal no reino da Dinamarca.

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