04/06/2008

.: MÚSICA .: O rock de bom humor

Os últimos meses têm sido de pura experimentação musical para mim. Se já sou naturalmente um cara com um ecletismo que chega a ser assustador (perguntem ao Zarko, ele dá maiores detalhes), o negócio vem extrapolando cada vez mais. Noutro dia, passei do Radiohead – prometo que ainda comento por aqui sobre o tão badalado “In Rainbows”, que ouvi e achei beeeeeeeem meia-boca – para o Sidney Magal sem respirar, dando ainda uma boiada para o Primal Fear (não confundir com o Primal Scream, fazendo o favor) e para o Almir Guineto. Enfim: o fato é que, no meio desta salada sonora, a voz que mais tenho ouvido mesmo é a de um certo alemão chamado Tobias Sammet. Mas, todavia-contudo, sei muito bem que boa parte dos headbangers mais radicais não o suporta nem pintado de ouro. Ele mesmo sabe disso, aliás, ao afirmar que os seguidores do black metal na Alemanha se contorcem de dor ao vê-lo subir ao palco. “Meu Deus, ele está sorrindo!”, pensam os trolls das florestas da Noruega enquanto correm com seus machados, gritando “Infernal Hails!”.

Leia a íntegra desta coluna no Judão!

Nenhum comentário: