22/10/2008

.: MÚSICA .: Dois novos reviews

UNIA, do SONATA ARCTICA
Devo confessar uma coisa: nunca fui muito com a lata dos finlandeses do Sonata Arctica. Como fã de power/speed/metal melódico, muita gente acreditava que a sonoridade deles cairia como uma luva no meu gosto musical. Primal Fear e Kamelot, por exemplo, foram duas bandas das quais fui gostar apenas muitos anos depois. No entanto, o mesmo não aconteceu com o Sonata – que sempre me soou genérico demais, dependente ao extremo de tecladeiras e baterias de pedal duplo em alta velocidade. Quando “Unia” caiu na minha mão, no entanto, me despi de preconceitos e recorri a dois amigos que são fãs de carteirinha do grupo. Passei semanas ouvindo a discografia completa do vocalista Tony Kakko e sua trupe. Finalmente cheguei ao mais recente álbum deles...e, diabos, minha opinião não mudou em nada. Aliás, na verdade, só piorou. Os fãs que me perdoem.

GOOD TO BE BAD, do WHITESNAKE
Assim como um certo baixinho canadense dos quadrinhos, David Coverdale também é o melhor naquilo que faz. E aquilo que Coverdale faz de melhor são duas coisas: 1) rockões hard envenenados com refrões irresistíveis e 2) baladas açucaradas para fazer as garotas suspirarem durante os shows. Em “Good To Be Bad”, praticamente uma década depois de seu último disco de inéditas, Coverdale chega, à frente do Whitesnake, com 11 deliciosas faixas do mais honesto e sincero hard clássico. É a comemoração dos 30 anos de uma banda que, se não inovou, pelo menos permaneceu fiel às raízes que até hoje cativam uma legião de fãs.

As resenhas completas podem ser lidas clicando nos nomes dos discos, ô pá.

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