28/09/2009

.: QUADRINHOS .: Um sujeitinho chamado Eddie Brock

Na década de 90, quando um grupo de dissidentes da Marvel abandonou a editora para formar a Image Comics, testemunhamos a gênese de uma era nos quadrinhos de super-heróis que, sinceramente, não faz a menor falta. Eram páginas e mais páginas cheias de efeitos especiais, armas monstruosas, onomatopéias, heróis musculosos, ferozes e violentos e heroínas sensuais e seminuas – porém tão ferozes e violentas quanto seus parceiros. Antes disso, no entanto, Jim Lee e toda a trupe Image já tinham deixado suas sementes deste período sem cérebro na Casa das Idéias, uma espécie de efeito Independence Day nas HQs. A Todd McFarlane, coube a missão de criar para o Homem-Aranha um inimigo à altura desta nova geração. Surgia o Venom.

O mais engraçado é que o efeito Image se dissipou, dando lugar a histórias com um pouco mais de profundidade nos argumentos e sem a necessidade daquela multicolorida explosão plástica. Mas o Venom continuou. E, para ser bem sincero, ainda continua. E o que é pior: para alguns fãs do Escalador de Paredes, ele é o principal arquiinimigo da mitologia aracnídea.

::: Leia a íntegra da minha coluna sobre o vilão no Delfos!

2 comentários:

Fabio disse...

Faltou dizer que ele deu até cria! O Carnificina! E eu ainda li aquela história do planeta dos simbiontes. As coisas que a gente faz pelo nosso heróis favorito...

Mitocôndrio disse...

Carnificina. Deu até arrepios. Ugh.