14/01/2010

.: MÚSICA .: Resenha CD .: Endgame (Megadeth)

Diferente da maior parte dos fãs (e talvez críticos) do Megadeth, gostei bastante do resultado final de “United Abominations”, disco anterior da trupe de Dave Mustaine. Em resenha escrita por mim mesmo à época do lançamento, eu disse com todas as letras que o disco tinha “uma fúria genuína e contagiante que corre nas veias de maneira natural”. Continuo achando tudo isso, que é uma bolacha fiel ao thrash metal, mas sem soar velha ou datada. É um trabalho moderno, que bebe das raízes mas não depende delas. O que dizer, então, de “Endgame”, recente lançamento do Megadeth? Simples: se trata de uma evolução direta de “United Abominations”. Com uma banda ainda mais entrosada, Mustaine entrega um disco que é tudo aquilo que é “United Abominations”. Só que ainda melhor: mais pesado, mais violento, mais sombrio, com muito mais guitarras. Quando você ouvir alguém dizendo que este é o melhor álbum do Megadeth em uma década, é melhor acreditar. Porque é mesmo.

::: Leia a minha resenha completa no Whiplash!

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E aproveitando este "momento musical", fiz mais duas críticas de CD nos últimos dias - que você, simpático visitante, bem que podia prestigiar. Uma é sobre Fullblast, álbum solo do guitarrista Kiko Loureiro, do Angra, e a outra é sobre Caligrafia, da ótima banda nacional Ludov, com os vocais da amiga Vanessa Krongold. Faça o favor de ler, ô pá!
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