16/08/2010

.: MÚSICA .: Review + Entrevista .: CD .: Aqua (Angra)

Na última quarta-feira (11), os músicos brasileiros do Angra abriram as portas do estúdio Norcal, em São Paulo/SP, para que a imprensa pudesse escutar com exclusividade o disco “Aqua”, seu sétimo lançamento de estúdio. Quatro anos depois do mediano “Aurora Consurgens” (2006), o quinteto – que agora conta com o baterista da formação clássica, Ricardo Confessori, de volta às baquetas – assumiu por conta própria a produção do álbum, o que parece ter sido uma escolha mais do que acertada. Com total e completo controle criativo, vemos um Angra retomando a evolução iniciada em “Temple of Shadows” (2004). “Aqua” tem todos os elementos clássicos que sempre se espera da banda, mas ampliando o flerte com o rock progressivo, fugindo de soluções simples ou refrões fáceis. O resultado final é intenso, moderno, criativo, poderoso. E com um detalhe fundamental: a volta definitiva aos elementos sonoros étnicos, em especial aqueles tipicamente brasileiros, que sempre foram marca registrada do grupo. É o Angra seguindo para o futuro, mas sem deixar o passado de lado.

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