25/03/2013

.: MÚSICA .: Resenhas que andei publicando por aí...

THE NEXT DAY - David Bowie
Indispensável. Se fosse necessário escolher um único adjetivo para definir The Next Day, novo disco de estúdio de David Bowie, seria este, sem dúvida alguma. Seu primeiro registro de inéditas desde Reality, de 2003, o álbum foi todo desenvolvido em absoluto segredo, em meio a uma espécie de exílio que o inglês vinha vivendo, total e completamente afastado dos holofotes. Surpreende, é claro, que ele tenha conseguido manter todo o processo em sigilo, ainda mais num mundo digital no qual tudo acaba vazando antes de alguma forma. Mas não é, meu caro leitor, a única surpresa.

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WHAT ABOUT NOW - Bon Jovi
“E agora?”, pergunta, em tradução livre, o título do novo álbum de estúdio do Bon Jovi, What About Now. A pergunta, sintomática, parece levar crítica, fãs e a própria banda a refletir sobre o futuro. Para fazer este tipo de análise, é preciso ser coerente: perdoem-me se pareço repetitivo, queridos maníacos das antigas, mas é praticamente impossível que o grupo volte a soar hard rock como nos discos Slippery When Wet (1986) e New Jersey (1988). Esqueçam. O quarteto parece estar muito mais confortável em sua posição de ícone da música da inspiração muito mais pop – e, sejamos sinceros, eles até que vinham desempenhando este papel de maneira bastante eficaz, com uma sortida coleção de hits empolgantes. Isso, é claro, antes dos pouco inspirados Lost Highway e The Circle, seus mais recentes registros de inéditas e que não conseguiram funcionar nem como boas máquinas de hinos pop. Infelizmente, senhoras e senhores, What About Now se encaixa como sucessor claro desta sequência fracassada.

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STRAIGHT OUT OF HELL - Helloween
Se tem algo que se pode dizer claramente a respeito de “Straight Out of Hell”, o novo disco dos alemães do Helloween, é que estamos diante de um lançamento bem mais Helloween do que seu antecessor. “7 Sinners”, de 2010, era mais pesado, ácido, furioso – e este aspecto se mantém aqui, em especial nas guitarras de Michael Weikath e Sascha Gerstner. No entanto, o pulo do gato é que, diferente de “7 Sinners”, “Straight Out of Hell” é bem menos cinzento, sisudo, carrancudo. “7 Sinners” retratou um Helloween tentando parecer ameaçador demais, sombrio, a la “Dark Ride”, numa postura que combina pouco com o conceito da banda que mais vem funcionando ao longo de seus muitos anos de carreira. Neste sentido, “Straight Out of Hell” guarda mais semelhanças com “Gambling With The Devil” (2007), por sua coleção de canções mais iluminadas e mais positivas.

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NEMESIS - Stratovarius
Manter-se como banda depois da saída de seu líder e principal compositor, Timo Tolkki, oferecia duas questões bem distintas ao futuro do Stratovarius. A primeira deles seria como continuar soando Stratovarius sem a presença do homem que moldou a sonoridade do grupo? O desafio foi plenamente vencido com os bons Polaris (2009) e Elysium (2011), lançados assim que Tolkki abandonou as fileiras do quinteto. Mas ainda restava uma pergunta. Sem a presença e a liderança de Tolkki, poderia o Stratovarius dar um passo além, tentando arriscar o suficiente para soar como algo além do que o próprio Stratovarius vinha fazendo até então? Bem, o recém-lançado Nemesis pode não ser a resposta exata para isso, mas digamos que é a prova de que a banda está indo no caminho certo.

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